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Conheça a banda da Comissão de Pesquisa do IBDFAM
A música ganhou espaço entre a produção científica e os encontros do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões – IBDFAM. Criada pela Comissão de Pesquisa, a Banda IBDFAM Pesquisa reúne associados que também se dedicam à música e à arte.
A iniciativa surgiu por meio de edital, que selecionou músicos para integrar o projeto cultural. A proposta é promover a integração entre pesquisadores e integrantes da Comissão, fortalecendo os vínculos institucionais e ampliando os espaços de convivência por meio da arte e da cultura.
Os integrantes foram selecionados a partir do envio de vídeos de apresentação musical, avaliados segundo critérios como qualidade técnica, domínio instrumental ou vocal, presença artística, capacidade de interação em grupo e alinhamento aos objetivos da banda.
Formada por Bryan Rocholl, Fabiana Cardoso, Josi Caxa, Murilo Magacho Filho e Marcelo Fernandes, a banda tem entre seus objetivos participar de congressos, encontros científicos, eventos acadêmicos, solenidades e outras atividades institucionais promovidas pelo IBDFAM e pela Comissão de Pesquisa.
A primeira apresentação aconteceu durante o III Congresso Científico da Comissão de Pesquisa do IBDFAM, realizado na quinta (10) e sexta-feira (11), em São Paulo, com o tema “Família do início ao fim: Maternidade, Paternidade e Idosidade”. A estreia marcou o encontro entre diferentes trajetórias profissionais e musicais em uma proposta que busca aproximar ainda mais os integrantes da comunidade do IBDFAM.
Conheça os integrantes:
Bryan Rocholl
Me chamo Bryan K. Rocholl, me dedico à advocacia no Direito das Famílias e Sucessões e ao IBDFAM no Distrito Federal há cerca de quinze anos. Engatinhei pelo mundo acadêmico por meio de muitas pós-graduações, tendo iniciado mestrado neste ano em Economia na Universidade de Brasília, o que despertou meu interesse pelo trabalho da Comissão de Pesquisa, presidida pela Dra. Fernanda Las Casas.
Acompanhando o perfil da Comissão no Instagram e por meio do e-mail institucional, soube do Edital para seletiva dos integrantes da banda. Submeti um vídeo e algumas semanas depois soube que tinha sido aprovado. Mais transparente e democrático que isso, impossível. Fui cantor e musicista quando jovem e atuei como produtor musical em Brasília. A música sempre esteve presente na minha vida, ainda que modestamente no meu tempo livre. Há alguns anos, dei início a carreira como fotógrafo, tendo retratado vários colegas nos congressos do IBDFAM pelo país adentro.A arte é absolutamente fundamental para tornar possível coexistir com os aspectos intoxicantes, menos nobres e menos belos da nossa prática profissional. A música nos congrega, nos equilibra, nos equaliza e ajuda a desfazer a marra e a sisudez do ofício, abrindo oportunidade para que nos conheçamos como somos, para muito além do que fazemos. Somente tivemos oportunidade de fazer reuniões online, pois estamos espalhados pelo país. Houve muita afinidade e paixão pela proposta, perceptível por todos.
Nos apresentamos pela primeira vez ontem (10), no almoço do primeiro dia do congresso, praticamente um ensaio aberto com a participação de todos os congressistas. Energia muito boa, muito orgulho de fazer parte e ter encontrado a minha turma. A proposta da banda é animar os encontros do IBDFAM pelo país adentro, mostrando que somos muito mais do que os processos nos exigem profissionalmente.
Fabiana Cardoso
Sou Fabiana Domingues Cardoso, advogada com atuação especializada em Direito das Famílias e Sucessões há mais de 25 anos. Sou mestre e doutora em Direito, professora, mãe e esposa. Componho a diretoria do IBDFAM-SP e sou uma das consultoras da Comissão de Pesquisa do IBDFAM.
Em primeiro lugar, achei incrível a ideia da criação da banda, porque une a arte e a música, que amamos, com outro lado que igualmente amamos: o Direito das Famílias. E ter isso no lugar ao qual nos dedicamos por tanto tempo, o IBDFAM e seus congressos, deixa a experiência completa: estudo, trabalho, pessoas, arte e hobby. No fundo, sempre imaginei uma banda ou um festival de talentos para os nossos congressos.
Entrei na banda pelo mesmo motivo que me fez escolher o Direito das Famílias: porque as duas coisas lidam com o que as pessoas sentem, e não apenas com o que elas assinam.
Passamos os dias entre processos difíceis, perdas, rupturas e reconstruções de vida. A pesquisa nos dá rigor, mas a música nos devolve algo que a técnica sozinha não alcança: a escuta, a leveza e o retorno à beleza do viver e conviver. Cantar ao lado de colegas que, horas antes, estavam debatendo alimentos, guarda ou partilha cria um tipo de vínculo raro entre profissionais.
Cantar sempre foi minha forma de desacelerar, e transformar isso em algo coletivo, com pessoas que compartilham as mesmas inquietações jurídicas, deu outro sentido à coisa toda.
Josi Caxa
Sou advogada e cantora, e acredito que o Direito e a música têm algo muito importante em comum: ambos lidam com histórias humanas. No Direito de Família e Sucessões, estamos muito próximos dos afetos, dos vínculos, das perdas e dos recomeços. Na música, também encontramos uma forma de expressar sentimentos e contar histórias. O direito me ensinou a força da palavra. A música me ensinou a força da emoção.
Por isso, participar da banda do Instituto de Família e Sucessão é tão especial: é a possibilidade de reunir a minha profissão e uma das minhas grandes paixões. E talvez seja justamente essa a conexão mais bonita entre os dois universos: no Direito, eu dou voz às histórias das pessoas; na música, encontro a minha própria voz.
Marcelo Fernandes
Meu nome é Marcelo Fernandes Lopes, sou advogado e músico, associado e coordenador do Núcleo Santos/SP do IBDFAM. Imediatamente, topei quando a presidente Fernanda Las Casas me convidou para participar do projeto de criação da banda do IBDFAM Pesquisa.
Minha função se resumiu a fazer a triagem dos futuros membros da banda. Após a publicação do edital, recebemos vários vídeos de ibdfamianos, descobrindo que tínhamos incríveis talentos dentro do quadro de associados!
E o resultado está aí: a união do conhecimento jurídico com a arte musical. A música representa liberdade de expressão artística e intelectual, o que se coaduna com nossos mais basilares princípios constitucionais.
Que esse seja o primeiro congresso de muitos outros, regados à música de qualidade, mesclando Direito e arte!
Atendimento à imprensa: ascom@ibdfam.org.br