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Atuação do psicólogo nos casos de alienação parental é tema de artigo na Revista Científica do IBDFAM

“A atuação do psicólogo em vara de família nos casos de alienação parental” é tema de artigo de autoria da psicanalista Claudia Pretti e da psicóloga Glicia Brazil, destaque na 45ª edição da Revista IBDFAM: Famílias e Sucessões. A publicação do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM está disponível para assinantes. O texto […]

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“A atuação do psicólogo em vara de família nos casos de alienação parental” é tema de artigo de autoria da psicanalista Claudia Pretti e da psicóloga Glicia Brazil, destaque na 45ª edição da Revista IBDFAM: Famílias e Sucessões. A publicação do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM está disponível para assinantes.

O texto enfoca a atuação do profissional da psicologia dentro do quadro dos Tribunais de Justiça, como perito de confiança nomeado pelo juiz, e como assistente técnico de uma das partes. Para a psicanalista Claudia Pretti, vice-diretora de Relações Interdisciplinares do IBDFAM, a atuação do psicólogo em Vara de Família, sobretudo nos casos de alienação parental, é fundamental.

“Compreender que, para além da objetividade das demandas, encontramos nos processos judiciais uma outra dimensão, a subjetiva, faz muita diferença e abre o leque de intervenções”, aponta a autora.

A especialista ressalta que, muitas vezes, as questões que participam da origem da alienação parental remetem a aspectos inconscientes e primitivos do sujeito, que vêm à tona em momentos de ruptura, separação e conflitos. “Assim sendo, uma atuação ética do profissional da psicologia, que leve em conta essa outra dimensão, fará toda a diferença, sobretudo no sentido da proteção dos filhos – crianças e/ou adolescentes, que são aqueles que devem estar no foco de nossa intervenção.”

“Embora o foco do trabalho de todos seja o bem-estar e a proteção das crianças e adolescentes aí envolvidos, entender a função de cada um é fundamental para que os processos sejam encaminhados de forma mais célere e, assim, contribuam para estancar essa prática tão nociva aos psiquismos dos filhos vítimas de alienação parental”, conclui a  psicanalista.

A íntegra deste e de outros artigos exclusivos está disponível na 45ª edição da Revista Científica do IBDFAM. Assine!

A assinatura pode ser feita pelo site ou pelo telefone: (31) 3324-9280.

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