Alienação parental. Síndrome da alienação parental. Prática pela avó paterna das menores
Exclusivo para associados.
(…) “Percebeu-se uma fala repetida das meninas, onde parecia que tudo havia sido ensaiado antes. Pela repetição da fala de K. e pela insistência em falar a mesma coisa, a psicóloga desconfiou e achou necessário conversar com as meninas na presença da avó e da mãe, para que as coisas fossem esclarecidas e que pudesse dar um rumo certo para o tratamento das meninas, pois seguir dando escuta para as falas de K. e A., caso os acontecimentos relatados não houvessem acontecidos poderia prejudicá-las psicologicamente podendo causar até mesmo uma patologia grave (…) ‘[...] Quando foi falado sobre fatos que elas e a avó sempre contavam, as meninas choraram, e aos poucos foram contando que nada daquilo aconteceu que a mãe não batia nelas, e que elas nunca viram a mãe nua, e que também nunca viram a mãe namorando com ninguém. Eloísa tentou se exaltar, e parecia não aceitar o fato das meninas estarem admitindo que inventaram todas essas histórias porque queriam ir morar com a avó. A. também relatou que a história dita algumas vezes por ela anteriormente de que um rapaz teria tentado abusar sexualmente dela na casa da mãe, era mentira, contou que esse rapaz nunca tocou nela.” (…)
Ementa e inteiro teor para associados
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